Introdução/Objetivo: Examinar a performance de novos materiais para a reconstrução óssea
em áreas afins dentro da odontologia, baseando-se na análise clínica e tomográfica. A não
realização de procedimentos de preservação do alvéolo pode originar prejuízo estético, não
mantendo o contorno do rebordo, causando reabsorção e desnível ósseo na arcada, levando a
tratamentos de acompanhamento complicados como a falta de estrutura para posterior implante
e um espaço entre o rebordo e a prótese dentomucossuportada.

Resultados: Houve mínima diferença entre os grupos. A presença da membrana proporcionou
uma menor reabsorção óssea e um maior ganho em ambos os grupos. Na análise tomográfica
nas variáveis do grupo dependente, a tábua vestibular teve um ganho significativo de 4,56 mm
no grupo controle e na variável altura do alvéolo o ganho foi de 1,69 mm no grupo teste, nas
outras variáveis em ambos os grupos durante o curso da cicatrização houve uma reabsorção
mínima onde a perda foi ≤ a 1,5 mm.
Na análise clínica avaliação em milímetros de espessura e altura, os dois grupos obtiveram
ganhos, muito por consequência do uso da membrana de PTFE em ambos, onde o aumento de
gengiva ceratinizada foi de 5,00 mm no grupo teste 4,66 mm no grupo controle.

Conclusão: A permanência da membrana PTFE em posição por 21 dias é de vital importância
para o sucesso do tratamento.

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