Utilização de barreira Cytoplast™ reforçada com titânio para aumento vertical em região posterior de mandíbula

Utilização de barreira Cytoplast™ reforçada com titânio para aumento vertical em região posterior de mandíbula

Resumo

O uso de barreiras como forma de manutenção do espaço visando obter um aumento ósseo previsível sempre foi alvo de grande discussão dentro da Implantodontia. A maior dificuldade na execução
do tratamento com barreiras está relacionado ao seu alto índice de exposição ao meio bucal e consequente infecção e perda do enxerto. Sendo assim, apresentamos neste trabalho um passo a passo
de como executar o procedimento através do uso da barreira Cytoplast™ reforçada com titânio com
previsibilidade clínica.
Comparison of two anorganic bovine bone in maxillary sinus lift: a split-mouth study with clinical, radiographical, and histomorphometrical analysis

Comparison of two anorganic bovine bone in maxillary sinus lift: a split-mouth study with clinical, radiographical, and histomorphometrical analysis

Resumo

Background: Anorganic bovine bone (Bio-Oss®) has been extensively used for reconstruction of posterior area of
maxilla in sinus lift procedure; however, a new graft material (Lumina-Bone Porous®), that has a different
manufacturing process, has not been yet compared in clinical and histological terms. The manufacturing process of
bovine bone graft is related to size and porosity of the particles, and this can change osteoconductive property of
the material and bone formation. The use of Lumina-Porus® could improve bone formation, reduce the remaining
particles of the biomaterial using a low-cost material. The aim of this research was to compare the clinical,
radiological, and histomorphometrical results from maxillary sinus lift with two different anorganic bovine bone
substitutes Bio-Oss® (control) and Lumina-Bone Porous® (test).

Conclusion: Both materials Bio-Oss® and Lumina-Bone Porous® can be used in the maxillary sinus floor
augmentation with good predictability in clinical, radiographical, and histological point of view.

Melhorando o perfil ósseo utilizando Lumina Bone Porous granulação small e Lumina Coat Double Time (referencia: caso b2)

Melhorando o perfil ósseo utilizando Lumina Bone Porous granulação small e Lumina Coat Double Time (referencia: caso b2)

A busca constante por soluções para correção de defeitos ósseos, possibilitando a reabilitação com restaurações implanto suportadas, tornou-se comum na prática da Implantodontia, segundo Schwarz et al 2017. A possibilidade reconstrução parcial ou total da maxila e da mandíbula, bem como, das áreas doadoras, são avaliadas de acordo com a disponibilidade de osso viável, do planejamento reabilitador e do estado geral de saúde do paciente (Benic et al 2015). Para Cho et al 1998, atualmente, a utilização dos enxertos ósseos, é amplamente discutida, principalmente em relação a suas diversas origens, sendo elas autógena, homóloga, heterogênea e sintética, onde por sua vez, o osso de origem autógena, é considerado o padrão ouro, por suas caracteristicas como capacidade ostegênica, osteocondutora e menor resposta imune específica.  A observação de serias desvantagens no uso do enxerto autógeno, por sua disponibilidade, onde, a sua complexa técnica de remoção em áreas tanto intra como extra-bucal, desencadeia uma serie de aspectos que aumentam a morbidade dos procedimentos cirúrgicos, o que leva a busca por opções de outras origens, como por exemplo, o osso de origem homologa, sendo associado ou não a utilização de osso de origem heterogênea ou sintética, ou simplesmente pela utilização do osso de origem heterogênea em aplicação direta para Encarnação et al 2011.

Relato de caso

Paciente MCS, 52 anos, tem ausência dos elementos , 23, 24, 25, 26 e 27, foi submetida a cirurgia de inserção de

submetida a cirurgia de inserção de implantes em substituição de cada ausência com implantes de tamanho 3,75mm X 11,5mm. Mediante a descorticalização da parede óssea vestibular das regiões,

utilizando broca esférica carbaide FG1, no qual, devido a atrofia óssea das utilizando broca esférica carbaide FG1, no qual, devido a atrofia óssea das regiões, realizamos a reconstrução do perfil ósseo, preenchendo e recobrido com enxerto ósseo heterogêneo, Lumina Bone Porous granulação large umectado com soro extraído do 

sobrenadante das membranas de PRF (Castro et al., 2017), seguido de recobrimento com membrana de colágeno não reticulado tipo 1 e 3, Lumina Coat

Double Time, em sequência submetemos a adaptação de membranas de plasma rico em fibrina (PRF).

Conclusão

Com base na literatura, em relação ao caso clinico apresentado podemos concluir que, utilização de enxertos ósseos de origem heterogênea, torna possível a manutenção da estrutura adjacente ao elemento dental extraído, mesmo em situações de maior complexidade para estabilidade do complexo periimplantar.

Leandro Lecio

Leandro Lecio

Cirurgião Dentista

Doutorando em Periodontia – UNG
Mestre em Implantodontia – UNG
Consultor Cientifico Criteria Biomateriais

Manejo do alvéolo pós-extração com preservação alveolar e implante imediato.

Manejo do alvéolo pós-extração com preservação alveolar e implante imediato.

Introdução

A extração de um dente desencadeia uma cascata de eventos biológicos que resulta na alteração da homeostase e da configuração estrutural dos tecidos periodontais (osso e gengiva)1,2. Como consequência clínica tem-se a atrofia do rebordo alveolar, que dependendo do grau de extensão, pode contraindicar a terapia com implantes osseointegrados.

Para compensar a remodelação fisiológica do alvéolo pós-extração, a técnica de preservação alveolar tem sido extensivamente utilizada, tanto em casos de instalação imediata de implantes como em casos de implantes instalados precoce ou tardiamente. A grande vantagem da técnica de preservação alveolar é reduzir ou até mesmo evitar reconstruções ósseas previamente ou durante a instalação de implantes.

Desde o primeiro relato na literatura3, várias modalidades de preservação alveolar têm sido descritas e empregadas na rotina clínica. Assim, este relato tem como objetivo descrever uma técnica de preservação alveolar com a utilização de osso xenógeno inorgânico (Lumina Bone Porous) e membrana não reabsorvível (Lumina PTFE) intencionalmente exposta em meio bucal.

Fig. 1a

Fig. 1b

Fig. 1c

Fig. 1a – Vista clínica inicial.

Fig. 1b – Corte tomográfico inicial demonstrando a fratura longitudinal.

Fig. 1c – Situação pós-operatória imediata (observar a exposição intencional da membrana de dPTFE).

Fig. 2a

Fig. 2b

Fig. 2c

Fig. 2a – Membrana exposta em meio bucal 21 dias após a realização do procedimento.
Fig. 2b – Situação clínica imediatamente após a remoção da membrana (removida após 28 dias).
Fig. 2c – Situação clínica 90 dias após a remoção da membrana Lumina PTFE

 Fig. 3a

Fig. 3b

Fig. 3a – Radiografia periapical 21 dias após a realização do procedimento.

Fig. 3b – Corte tomográfico 90 dias após a realização do procedimento.

 

Conclusão:

O preenchimento do alvéolo pós-extração com a utilização de osso bovino inorgânico (Lumina Bone Porous) e o vedamento do mesmo com o uso de uma membrana não reabsorvível (Lumina PTFE) é considerada uma maneira previsível de preservação alveolar. Salienta-se a importância de remover a membrana após um período que varia de 21 a 28 dias, conforme o grau de cicatrização do tecido mole. Ainda, o conhecimento e a correta seleção do substituto óssea é crucial para o sucesso dessa técnica.

Bibliografia

  1. Chappuis V, Engel O, Reyes M, Shahim K, Nolte LP, Buser D. 2013. Ridge alterations post-extraction in the esthetic zone: a 3D analysis with CBCT. J Dent Res. 92(12):195S–201S.
  2. Chappuis V, Engel O, Shahim K, Reyes M, Katsaros C, Buser D. 2015. Soft tissue alterations in esthetic postextraction sites: a 3-dimensional analysis. J Dent Res. 94(9):187S–193S.
  3. Osburn RC. 1974. Preservation of the alveolar ridge: a simplified technique for retaining teeth beneath removable appliances. J Indiana State Dent Assoc. 53(1):8–11.


Guenther Schuldt Filho

Guenther Schuldt Filho

Doutor em Implantodontia - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) / Universität Bern - Suíça

AUMENTO OSSEO VERTICAL EM REGIÃO ANTERIOR DE MAXILA

AUMENTO OSSEO VERTICAL EM REGIÃO ANTERIOR DE MAXILA

Introdução

Um volume ósseo adequado é pre-requisito para um prognóstico favorável em implantodontia, porém, alguns paciente se apresentam com pouca disponibilidade óssea, impedindo o posicionamento tridimensional  ideal do implante. A regeneração óssea guiada (ROG) se provou uma técnica previsível com resultados consistentes para o sucesso em
aumentos ósseos verticais e horizontais.
Durante muito tempo, a membrana de e-ptfe com reforço de titânio foi a barreira de escolha para criação e manutenção de espaço, todavia, o
procedimento de ROG não se limita apenas a membranas de ptfe reforçadas, e podemos encontrar na literatura casos de sucesso utilizando telas de titânio associadas ou não a membranas de colágeno.
A previsibilidade na ROG se deve em grande parte a evolução na ciência dos biomateriais, mesmo assim, o aumento vertical da crista óssea permanece sendo um desafio potencial pela complexidade na
manipulação do tecido mole. A combinação de osso inorgânico bovino com osso autógeno tem se mostrado eficiente para aumentos verticais em
maxilares severamente atróficos, e a explicação por trás dessa mistura se da pelo fato de o osso autógeno suprir o enxerto com potencial osteoindutor, enquanto as partículas de hidroxiapatita agem como
armação para criação e manutenção do volume.

 

Relato de caso

Paciente EFS, 46 anos, sexo feminino, com queixa de alteração  estética em prótese adesiva dos elementos 21 e 22 (fig. 1). Ao exame clínico, verificou-se a deficiência tecidual, com perda da dimensão horizontal no rebordo remanescente dos elementos supracitados

Fig. 1 Aspecto clínico inicial

A deficiência clínica foi comprovada com o exame tomográfico volumétrico que comprovou não só a perda horizontal de osso alveolar, como perda vertical em região interdental dos elementos a serem reabilitados (fig.2), o que possivelmente prejudicaria o resultado estético final devido a ausência de papila interdental.

Fig. 2 Aspecto tomográfico, evidenciando perda óssóssea vertical em região interdental dos elementos 21 e 22

Desta forma, após aprovação da paciente, seguiu-se ao planejamento de aumento vertical, para criação de uma base óssea para uma futura papila.
Sob anestesia local (articaina 4% com adrenalina – Nova DFL), a prótese da paciente foi removida (fig. 3), e uma incisão deslocada vestibularmente foi realizada com uma lamina de bisturi 15c. Duas
incisões relaxantes vestibulares realizadas dois dentes distantes da área a ser abordada (fig. 4). Duas incisões relaxantes palatinas foram promovidas, um dente além da área abordada, para facilitar a
manipulação tecidual. Descolamento delicado dos tecidos vestibular e palatinos foram realizados, e o nervo nasopalatino deslocado do canal
incisivo (fig. 5). Uma incisão subperiosteal foi realizada no fundo de vestíbulo para liberação da mucosa vestibular e o tecido tracionado até a
borda incisão dos dentes adjacentes para testar a passividade (fig.6).

Fig. 3 Aspecto Clínico após remoção da prótese

Fig. 4 incisão deslocada vestibular associada a duas relaxantes,

Fig. 5 deslocamento do nervo nasopalatino do canal incisivo

A corticotomia foi realizada com a fresa do kit de enxerto (fig. 7), para permitir a nutrição do enxerto, o qual constitui de partes iguais de lumina bone porous large® (Criteria Biomateriais) e osso autógeno (fig. 8), removido do ramo mandibular por meio de uma broca coletora (Bullet Colector – Criteria Biomateriais).
Esta mistura foi confinada em uma tela de titânio adaptada para a região (fig.9)
(Lumina Grid MacroMesh – Criteria Biomateriais) e protegida por membranas de colágeno natural
Fig. 4 incisão deslocada vestibular associada a duas relaxantes, Fig. 5 deslocamento do nervo nasopalatino do canal incisivo (fig. 10) (Lumina Coat Double Time), para promover o princípio de exclusão celular.

Fig. 6 teste de passividade dos tecido moles

Fig. 7 corticotomia na face vestibular do emanescente ósseo

O Fechamento primário passivo da ferida cirúrgica foi realizado com suturas do tipo colchoeiro horizontal, na região sobre o enxerto e Fig. 6 teste de passividade dos tecido moles
Fig. 7 corticotomia na face vestibular do remanescente ósseo pontos simples, em toda extensão da ferida e incisões relaxantes, com fio de PTFE 4.0 (fig. 11).
Após 9 meses, não houve exposição do material ou complicações, e no rx de controle, verifica-se o ganho vertical (fig. 12).
Foi solicitado à paciente uma nova tomografia volumétrica para planejamento dos implantes e continuação do tratamento

Fig. 8 Mix de osso autógeno particulado e Lumina Bone Porous Large

Fig. 9 Estabilização da tela de titânio – Criteria Lumina Grid Macro Mesh

Fig. 10 Proteção do enxerto com membranas de colágeno sobrepostas – Lumina Coat Double Time

Fig. 11 Sutura em colchoeiro horizontal e pontos simples com fio PTFE 4.0

Fig. 12 Aspecto radiográfico após 9 meses

Conclusão: 

A utilização da ROG para ganhos ósseos verticais é um procedimento previsível porém requer uma curva de aprendizado, dada a sua sensibilidade.
A utilização de Lumina Bone Porous Large se mostrou eficaz para o procedimento, permitindo a manutenção do arcabouço ao longo dos 9
meses de acompanhamento da referida paciente e sua utilização em conjunto com osso autógeno se mostra uma mistura eficaz para reconstrução de defeitos críticos, seguindo os princípios da ROG.

SERGIO CHARIFKER

SERGIO CHARIFKER

Mestre em Implantodontia

Coordenador de curso na Soepe

Considerations on the Use of Lumina-Porous® Biomaterial in Maxillary Sinus Floor

Considerations on the Use of Lumina-Porous® Biomaterial in Maxillary Sinus Floor

Resumo

Maxillary sinus floor augmentation procedure, aka sinus floor lift surgery, stand out within the universe of bone
reconstruction given that the maxillary sinus is a closed cavity with favorable nutrition, which enables the use of biomaterials alone. Therefore, this study aimed to report and discuss the technical and biological peculiarities of Lumina-Porous® biomaterial alone in the maxillary sinus by describing a sinus lift case which presented with little remaining bone. After the graft incorporation period two implants were installed in the grafted area to provide proper patient rehabilitation.
Considerações clínicas para otimização dos resultados em enxertia óssea: parte II

Considerações clínicas para otimização dos resultados em enxertia óssea: parte II

Resumo

Na Implantodontia, a otimização dos resultados é uma preocupação constante dos profissionais que a exercem. Para isso, é necessário abordar, de forma adequada, fatores que podem influenciar diretamente os resultados desses tipos de reabilitações. Nesse sentido, abordamos e discutimos, neste trabalho, a importância de alguns aspectos que influenciam diretamente os enxertos de tecido ósseo, como sua adaptação e fixação ao leito receptor, bem como o preenchimento de interfaces e a cobertura dos enxertos com biomateriais, aliados ao uso de membranas reabsorvíveis. Além disso, abordamos e
discutimos, também, sobre a crescente utilização de biomateriais no preenchimento do espaço vestibu-
lar nos casos de implantes imediatos, o que veio a dar segurança nesse tipo de implantação, estabilizando os tecidos envolvidos. Desse modo, atualmente, é possível afirmar que os bons resultados obtidos com as implantações imediatas possibilitam uma diminuição no número de grandes reconstruções.
Considerações clínicas para otimização dos resultados em enxertia óssea: parte I

Considerações clínicas para otimização dos resultados em enxertia óssea: parte I

Resumo

Diante da inexistência de um substituto ósseo ideal, que promova a reconstrução dos diferentes tipos de defeitos ósseos com alta previsibilidade, alto índice de sucesso e
preferencialmente sem a necessidade de uma área doadora do próprio paciente, sabe-se que a obtenção de resultados de excelência em enxertia óssea representa um verdadeiro desafio aos cirurgiões mesmo nos dias atuais. Objetivo: sendo assim, o objetivo desse trabalho foi abordar alguns aspectos que possuem a capacidade de influenciar diretamente os resultados em enxertia óssea, tais como o tipo de defeito, escolha do substituto ósseo, limites biológicos das técnicas cirúrgicas e a microarquitetura dos enxertos, haja vista que uma abordagem adequada desses
fatores possibilita ao profissional a obtenção de excelentes resultados clínicos.
Otimização de resultados através da colocação do Implante Dentário e associação de osso liofilizado e membrana reabsorvível – relato de caso

Otimização de resultados através da colocação do Implante Dentário e associação de osso liofilizado e membrana reabsorvível – relato de caso

Resumo

A realização de enxertia óssea convencional visando corrigir defeitos ósseos, para posterior colocação de implantes dentários é uma opção viável e previsível, mas que aumenta o tempo e a morbidade dos tratamentos implantodônticos. Sendo assim, a realização da implantação mesmo em áreas com deficiente volume ósseo, associada à colocação de biomateriais e membranas reabsovíveis é uma opção para reduzir a duração e a morbidade do tratamento.
De acordo com a literatura, esse método quando bem indicado e executado, proporciona resultados semelhantes à enxertia convencional. Diante do exposto, o objetivo
do presente trabalho foi relatar e discutir o caso clínico de um paciente que apresentava perda óssea em região anterior de mandíbula e que foi tratado através de implantação, colocaçãode biomaterial e membrana reabsorvível sobre a superfície exposta do implante, no mesmo momento cirúrgico. Os resultados pós-operatórios demonstram estabilidade, tecidos moles mantidos em posição e volume gengival adequado, o que vem a evidenciar o sucesso do plano de tratamento executado.
Split Crest Technique with Immediate Implant to Treat Horizontal Defects of the Alveolar Ridge: Analysis of Increased Thickness and Implant Survival

Split Crest Technique with Immediate Implant to Treat Horizontal Defects of the Alveolar Ridge: Analysis of Increased Thickness and Implant Survival

Resumo

Objective To assess bone thickness augmentation and
implant survival in ridges with horizontal atrophy managed
through split crest technique with concomitant installation
of dental implants.
Materials and Methods Thirteen patients with maxillary
bone atrophy underwent surgery and had their bone
thickness assessed through cone beam computed tomog-
raphy 6 months pre- and postoperatively. Comparative
measurements of initial and final bone height and thickness
were taken using Dolphin Imaging Ò 11.5 software. The
distance between the nasal fossa floor or the maxillary
sinus and the alveolar crest determined the bone height,
while the measurement of bone thickness took into account

the distance between the vestibular cortical bone and the
palatal cortical bone at the crest level, and at 5 mm and
10 mm from it.
Results The bone height loss of 0.68 mm was statistically
significant (p = 0.01). The average horizontal bone gain
was 3.45 mm at ridge level, 3.03 mm at 5 mm from it and
2.42 mm at 10 mm from it. The mean horizontal gain for
the three regions was 2.97 mm, and the values were sta-
tistically significant for all three regions assessed
(p \ 0.01). No complications were associated with the
surgical procedures, and 23 implants were installed fol-
lowing the surgical expansion. No implants were lost
(100% survival).
Conclusion The split crest technique proved to be viable
and predictable, enabling a significant increase in ridge
thickness and a high percentage of implant survival.

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