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Remoção de canino incluso com reconstrução vertical utilizando Lumina Bone Porous granulação large e Lumina Grid micro-mash

Introdução:

A exodontia é uma operação comum em cirurgia oral, sendo associadas
à perda do osso alveolar, que ocorre tanto por mecanismos fisiológicos como
iatrogênicos, assim sendo, nenhuma técnica de exodontia é completamente
atraumática (Weiss et al 2011, Chappuis et al 2015, Bosun et al, 2018). Este
relato de caso clinico tem como objetivo, demonstrar a utilização do biomateriais
de origem heterogêneo (Lumina Bone Porous granulação small) e malha de
titânio Lumina Grid micro-mashd, no intuito de reaver o perfil ósseo necessário
para reconstrução do óssea vertical na região do dente 23 incluso e impactado,
diminuindo as alterações danosas na região próxima ao elemento dental, oferecendo
melhor estabilidade na manutenção da estrutura óssea vestibular e
tecido mole adjacente, para instalação tardia de implantes osseointegrados.

Paciente KR, 35 anos, apresenta o elemento 23, incluso e impactado, sendo
submetida a cirurgia para remoção com imediata reconstrução vertical para
posterior inserção de implante em substituição do elemento ausente. Mediante

a descorticalização das paredes ósseas pós remoção do elemento incluso, utilizando
broca esférica carbaide FG1, no qual, devido a atrofia óssea das

regiões, realizamos a reconstrução do perfil ósseo, preenchendo e recobrido
com enxerto ósseo heterogêneo, Lumina Bone Porous granulação Small umectado

com soro extraído do sobrenadante das membranas de PRF (Castro et al.,
2017), seguido de recobrimento com membrana de colageno não reticulado
tipo 1 e 3, Lumina Coat Double Time, em sequência submetemos a adaptação

de membranas de plasma rico em fibrina (PRF). Foi fixado uma malha de
titânio (Lumina Grid micro-mas) fixando-as com parafusos de ancoragem
1,5mm por 5mm pela parede palatina e parede vestibular.
Conclusão

Conclusão
Com base na literatura, em relação ao caso clinico apresentado podemos concluir
que a utilização de enxertos ósseos de origem heterogênea associados
com malhas de titânio, torna possível a manutenção da estrutura adjacente ao
elemento dental extraído, mesmo em situações de maior complexidade para
estabilidade do complexo periimplantar.

Associação de biomateriais de tipo autógeno e xenógeno em casos de levantamento de seio.

Associação de biomateriais de tipo autógeno e xenógeno em casos de levantamento de seio.

Paciente sexo feminino, 54 anos, se apresentou na clinica particular com uma queixa de estética e funcionalidade oclusal, foi submetida a cirurgia de levantamento de seio do lado esquerdo, para posterior colocação de um implante na região de 16, e posterior confecção de uma prótese de tipo protocolo.

Realizou-se o acesso sinusal pela técnica de aceso lateral, elevação e descolamento da membrana de Schneider e preenchimento do seio maxilar com osso xenógeno de tipo bovino (Lumina Bone, Criteria).
Para estimular e acelerar a neoformação óssea, optou-se por acrescentar o L-PRF e I-PRF ao procedimento misturando com o enxerto ósseo, com a técnica do sticky-bone, por ser rico em leucócitos, além de conter fatores de crescimento, citosinas e células mesenquimais. As membranas foram aderidas a uma matriz de colágeno de tipo I-III (lumina double time, Criteria), com a técnica de sanduiche, para estimular a formação epitelial no fechamento da janela de acesso, sendo que a membrana de L-PRF e a matriz de colágeno podem ser utilizadas como membranas reabsorvíveis. Podendo inclusive, ficar expostas ao meio bucal.

 

No fechamento da ferida foi utilizado fio de Nylon 4-0, e um bio-adesivo a base de cianoacrilato (Periacryl, HV, Glustitch).

Leandro Lecio

Leandro Lecio

Cirurgião Dentista

Doutorando em Periodontia – UNG
Mestre em Implantodontia – UNG
Consultor Cientifico Criteria Biomateriais

PRESERVAÇÃO ÓSSEA ALVEOLAR COM LUMINA PTFE

Acompanhe o caso.

Clique na foto para ver detalhe do caso.

Produto utilizado no caso

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Aumento Vertical e Horizontal com a Utilização da Membrana de PTFE na regeneração Óssea Guiada

Aumento Vertical e Horizontal com a Utilização da Membrana de PTFE na regeneração Óssea Guiada

Mario Escobar Ramos, DDS, MSc. PhD(c); Renata Brum, DDS, MSc. PhD(c).

Introdução

Para que implantes dentários sejam devidamente instalados e osseointegrados é primordial que se tenha uma quantidade óssea suficiente. Frente a limitações anatômicas caracterizadas por atrofia óssea, o aumento ósseo vertical e horizontal, por meio da regeneração óssea guiada (ROG), tornou-se uma opção de tratamento importante para viabilizar reabilitações implantossuportadas.

A aplicação ROG foi introduzida e descrita em 1990 por Buser, et al(BUSER e colab., 1990). Já os primeiros estudos histológicos em humanos demonstraram aumento ósseo vertical bem-sucedido. A partir desse conhecimento, foram desenvolvidas diversas técnicas que se utilizam de membranas como barreiras, as quais podem servir tanto para impedir o acesso de células indesejadas, bem como para permitir o acesso de células osteoprogenitoras (BENIC e HÄMMERLE, 2014). Dessa forma, é possível não só prevenir ou corrigir deficiências ósseas, como também manter ou recriar o volume ósseo necessário para a instalação de implantes.

As membranas de politetrafluoretileno (PTFE) são a primeira geração de membranas com documentação clínica adequada para ROG. O PTFE é um polímero sintético com uma estrutura porosa, que não induz reações imunológicas e resiste à degradação enzimática pelos tecidos e microorganismos do hospedeiro (BECKER e colab., 1994; URBAN e colab., 2009). Aliado à barreira física, deve-se também utilizar materiais substitutos ósseos. Nesse contexto, o osso autógeno apresenta propriedades ideais para neoformação óssea. No entanto, algumas limitações associadas a esse tipo de enxerto incluem morbidade e complicações relacionadas ao local doador, disponibilidade limitada do enxerto e reabsorção imprevisível. Dessa forma, enxertos xenógenos particulados apresentam-se como uma alternativa favorável para complementar ou substituir enxertos autógenos, pois apresentam requisitos como: biocompatibilidade; osteocondutividade; biodegradação e substituição com o próprio osso do paciente (BENIC e HÄMMERLE, 2014).

O objetivo deste estudo de caso foi expor a utilização da técnica que aliou membrana de PTFE, osso autógeno e xenógeno particulados, associados à membrana de colágeno, para ganho de volume ósseo horizontal e vertical em região posterior de mandíbula para futura instalação de implantes dentários.

Relato de Caso

Paciente do sexo feminino, 63 anos, sem complicações sistêmicas, procurou um consultório particular para colocação de implantes na região do 46 e 47. A avaliação clínica e radiográfica (Fig. 1) indicou disponibilidade óssea limitada em altura e espessura na região do primeiro ao segundo molar. Tal característica dificultaria a instalação dos implantes, tanto devido à proximidade entre a crista alveolar e o canal mandibular, quanto devido à espessura reduzida vestíbulo-lingual. O plano de tratamento foi proposto e consistiu em aumento vertical e horizontal do rebordo na área posterior de mandíbula, para futura instalação de 2 implantes.

Figura 1: Rx panorâmica e cortes tomográficos mostrando o defeito ósseo na região de mandíbula esquerda posterior, e a cercania ao nervo dentário inferior.

A paciente foi pré-medicada com amoxicilina 500 mg (21 comprimidos, a cada 8 horas, iniciando um dia antes do procedimento) e dexametasona 4mg (uma hora antes da cirurgia). Também foi instruída a realizar bocheco com solução de clorexidine a 0,12% por um minuto para desinfetar o local cirúrgico. Anestésico local foi aplicado (cloridrato de articaína a 4% com bitartarato de epinefrina 1 / 100.000) pelas técnicas de bloqueio do nervo alveolar inferior como também por infiltração local. Após a elevação do retalho e avaliação do tamanho do defeito, o osso autógeno foi colhido da região retromolar usando uma broca de trefina coletora de osso (Fig. 2-3). Para diminuir a morbidade da paciente a coleta óssea foi realizada do mesmo lado e a preparação do local da coleta foi incluída no desenho do retalho. A paciente foi tratada com uma combinação 1:1 de osso autógeno e xenógeno de origem bovino liofilizado (Criteria Biomateriais, Vila Nova Conceição, SP, Brasil) (Fig. 4) para confirmar a aceitabilidade de um material osteocondutor de lenta reabsorção no procedimento e limitar a quantidade de osso autógeno colhido necessário para o procedimento. C

Figura 2. A) vista oclusal da área recetora; B) Vista oclusal do descolamento do tecido da área recetora; C) vista lateral do defeito.

Figura 3. Osso autógeno coletado. A) vista lateral da trefina com osso autógeno coletado; B) vista frontal do osso coletado na trefina.

Figura 4. Osso autógeno + osso xenógeno 1:1. A) osso autógeno coletado, B) materiais de enxertia (autógeno no dapen), xenógeno lumina bone porous; C) osso autógeno e xenógeno misturados.

O leito ósseo receptor foi preparado com múltiplos orifícios de decorticalização, utilizando uma pequena broca perfuradora (Fig. 5). A membrana de PTFE (Criteria Biomateriais, Vila Nova Conceição, SP, Brasil) foi modificada de acordo com a anatomia óssea local, bem como de acordo ao volume do enxerto proposto. A membrana foi fixada em pelo menos dois pontos nos lados lingual com parafusos de titânio de 2.0X6mm (Neodent, Juscelino Kubitschek de Oliveira, Curitiba, Brasil) (fig. 6).

Figura 5. Vista oclusal e vestibular da área do defeito ósseo com perfurações para melhorar a irrigação e nutrição do enxerto.

Figura 6. Vista vestibular da membrana estabilizada no aspecto lingual.

O enxerto ósseo composto foi colocado no defeito e a membrana foi fixada no lugar com 2 parafusos de titânio adicionais no lado vestibular (fig. 7). por cima da membrana de PTFE, uma membrana reabsorvível derivada de colágeno tipo I e III nativo (Criteria Biomateriais, Vila Nova Conceição, SP, Brasil) foi colocada para uma melhor estimulação na regeneração de tecidos epiteliais (fig. 8). O fechamento do retalho foi feito livre de tensão com suturas de pontos simples nylon 5-0 (fig. 9).

Figura 7. Vista vestibular do enxerto composto colocado na área receptora.

Figura 8. Aspecto da membrana estabilizada. A) vista vestibular da membrana PTFE estabilizada; B) vista vestibular da membrana de colágeno recobrindo a membrana de PTFE.

Figura 9. Vista oclusal do fechamento sem tensão do retalho com técnica de pontos simples.

Figura 10. Avaliação radiográfica pós-cirúrgico.

Após 14 dias de acompanhamento, O paciente não relatou dor na área receptora, e na avaliação clínica o aspecto da gengiva (fig. 11) representa o correto padrão de cicatrização.

Conclusão

A presente técnica mostrou-se como uma alternativa viável, de baixa morbidade, moderado grau de facilidade de execução e alta capacidade de resolução clínica para correção defeito ósseo horizontal e vertical em posterior de mandíbula, visando a instalação de implantes osseointegráveis.

Figura 11. Controle de 14 dias evidenciando a cicatrização dos tecidos.

Referências:

BECKER, W e BECKER, B E e MCGUIRE, M K. Localized ridge augmentation using absorbable pins and e-PTFE barrier membranes: a new surgical technique. Case reports. The International journal of periodontics & restorative dentistry, v. 14, n. 1, p. 48–61, Fev 1994. Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/8005770>.

BENIC, Goran I. e HÄMMERLE, Christoph H. F. Horizontal bone augmentation by means of guided bone regeneration. Periodontology 2000, v. 66, n. 1, p. 13–40, Out 2014. Disponível em: <http://doi.wiley.com/10.1111/prd.12039>.

BUSER, D e colab. Regeneration and enlargement of jaw bone using guided tissue regeneration. Clinical oral implants research, v. 1, n. 1, p. 22–32, Dez 1990.

URBAN, Istvan A e JOVANOVIC, Sascha A e LOZADA, Jaime L. Vertical ridge augmentation using guided bone regeneration (GBR) in three clinical scenarios prior to implant placement: a retrospective study of 35 patients 12 to 72 months after loading. The International journal of oral & maxillofacial implants, v. 24, n. 3, p. 502–10, 2009. Disponível em: <http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19587874>.

Mario Escobar Ramos

Mario Escobar Ramos

Cirurgião Dentista

DDS. MSc. Phd(c)- UFSC – BRASIL
Smile designer – implant surgeon 
Od. MEER

Regeneração Óssea Guiada com utilização de Lumina-Bone Cilindro

Regeneração Óssea Guiada com utilização de Lumina-Bone Cilindro

Paciente R.G., masculino, 27 anos, a anamnese ASA 1. Procurou a clínica queixando-se de problemas na prótese fixa do dente incisivo superior direito, com o surgimento de uma fístula na gengiva sobre este elemento.
Ao exame clínico constatamos, mobilidade da coroa, e fístula ativa na altura do ápice dental!
Suspeitamos de fratura radicular, logo requisitamos tomografia cone bean para confirmar a fratura e planejar os procedimentos de implantodontia.
Orientamos ao paciente limpar a fístula com clorexidina 0,12%.
Com a tomografia em mãos verificou-se a fratura radicular vertical, bem como perda óssea acentuada da parede óssea vestibular, impossibilitando a implantação imediata pós exodontia. Então optou-se por regeneração óssea guiada.
Utilizamos como material o Lumina Bone Cilindro; Lumina Bone Porous granulação fina; e membrana Lumina PTFE da Criteria.
O paciente foi medicado pré cirúrgico com Azitromicina 500 mg, um comprimido ao dia por 3 dias iniciando um dia antes do procedimento e lisador para dor de 6 /6 hrs pós-operatório.
Na ocasião da cirurgia a fístula estava cicatrizada!
Realizamos anestesia de bloqueio palatino e infraorbitário, complementada com infiltrativa fundo de sulco; retalho com dupla relaxante preservando as papilas, para visualizar completamente o defeito ósseo durante a cirurgia e o leito cirúrgico.
Remoção atraumatica do resto radicular, ampla curetagem e lavagem do alvéolo para remoção completa da lesão e ligamento periodontal.
Recortamos de acordo com a loja óssea e hidratamos o cilindro ósseo com soro fisiológico e inserimos no alvéolo. Preenchemos os gaps com osso liofilizado Lumina Bone Porous, e finalizamos o procedimento com uma membrana PTFE para completo fechamento da ferida cirúrgica e sutura com fio reabsorvível e mononylon 5.0
Paciente dispensado com orientações pós cirúrgicas e um provisório fixo adesivo.
Após 30 dias. Removemos a membrana e constatamos boa cicatrização.
Após 6 meses requisitamos nova tomografia e verificamos clínica e radiograficamente a formação ou regeneração da parede óssea perdida bem como um ótimo ganho ósseo na região.
Uma segunda abordagem, agora para inserção do implante Arcsys 03 x 13 foi instalado no local, com travamento de 45N. Optamos por não fazermos carga imediata, devido ao implante se encontrar totalmente em osso enxertado.
Caso ainda em andamento.
Confira a galeria.

Dra. Catiane Beiersdorf

Cirurgiã Dentista (UFPEL 2001)

Rio Grande do Sul – Brasil

Levantamento de seio traumático com implantes imediato utilizando Lumina Bone Porous Large associado ao PRF (referencia: caso b3)

Levantamento de seio traumático com implantes imediato utilizando Lumina Bone Porous Large associado ao PRF (referencia: caso b3)

A altura óssea inadequada na parte lateral da maxila posterior constitui uma contra-indicação para cirurgia de implante, ao qual nesta condição pode ser tratada com um aumento interno do assoalho do seio maxilar, elevando do assoalho sinusal, anteriormente denominada elevação sinusal, consistindo em um procedimento cirúrgico no qual uma porta articulada superior na parede lateral do seio maxilar é preparada e rotacionada internamente para uma posição horizontal, para que o novo piso sinusal elevado, juntamente com a mucosa
maxilar interna, criará um espaço que pode ser preenchido com biomateriais para enxertia (Bergh et al., 2000). Como resultado, a reconstrução óssea cirúrgica nessa região evoluiu nos últimos anos e hoje em dia o uso de enxertos autógenos é praticamente desnecessário e quase nunca é realizado, tanto que, para Goulart e colaboradores em trabalho proposto em 2015, hoje, o uso de biomateriais sozinho para realizar o aumento do seio maxilar tem sido relatado com sucesso na literatura científica. Em revisão sistematica proposta com Castro et al., 2017, a associação de biomateriais e fibrina rica em plaqueta, permite o aumento da previsibilidade de resultados em cirurgias com ou sem a presença imediata da instalação de implantes. 
O Caso proposto, tem como objetivo relatar a técnica que utiliza o biomaterial Lumina-Porous® no seio maxilar, associando ao uso da fibrina rica em plaquetas

com instalação dos implantes imediatos, com intuito de demonstrar as propriedades do material à luz dos resultados alcançados. 
MAS, paciente do sexo feminino, 62 anos, apresentado na clínica do curso de pós-graduação da universidade FACSET no polo do Instituto Braga de Odontologia e Pesquisa, para colocação de implantes dentários. A história do paciente

revelou ausência de dentes na maxila posterior do lado esquerdo por vários anos e o uso de uma prótese parcial removível na região. O exame clínico e radiográfico indicou a necessidade de reabilitar os dentes 26 e 27. Além disso, a altura óssea até o assoalho do seio maxilar foi de 2 mm á no máximo 2mm, com boa espessura óssea na região, e a necessidade exodontia de mais residual do 26. Foi submetida a cirurgia para levantamento de seio em técnica traumática, com a inserção de implantes de tamanho 3,75 x 11mm em substição

de cada ausência. Mediante a descorticalização da parede óssea vestibular da região, utilizando broca esférica carbide FG1, no qual, devido a atrofia óssea das regiões, realizamos a reconstrução do perfil ósseo, preenchendo e recobrindo com enxerto ósseo heterogêneo, Lumina Bone Porous granulação Large umectado com soro extraído do sobrenadante das membranas de PRF (Castro et al., 2017), seguido de recobrimento com membrana de colageno não reticulado tipo 1 e 3, Lumina Coat Double Time, em sequência submetemos a

adaptação de membranas de fibrina rica em plaquetas (PRF). Após 6 meses, realizamos a reabertura, para realização de restaurações implantossuportadas.

Conclusão

Com base na literatura, em relação ao caso clinico apresentado podemos concluir que a utilização de Enxertos ósseos de origem heterogênea, torna possível a manutenção da estrutura adjacente ao elemento dental extraído, mesmo em situações de maior complexidade para estabilidade do complexo periimplantar, mesmo em situações de atrofia severa como nas regiões posteriores de maxila.

Referência Bibliográfica
– Bergh van den JPA, Bruggenkate ten CM, Disch FJM, Tuinzing DB. Ana- tomical aspects of sinus floor elevations -Clin Oral Impl Res 2000: 11: 256–265. C Munksgaard 2000.
– Douglas Rangel Goulart, Luciana Asprino, Márcio de Moraes, Claudio Ferreira Nóia considerations on the Use of Lumina-Porous® Biomaterial in Maxillary Sinus Floor – International Journal of Biomedical Materials Research, 2015; 3(1): 1-4, Published online February 25, 2015 (http://www.sciencepublishinggroup.-
com/j/ijbmr) doi: 10.11648/j.ijbmr.20150301.12 ISSN: 2330-7560 (Print); ISSN: 2330-7579 (Online) – Ana B Castro 1 , Nastaran Meschi 2 , Andy Temmerman 1 , Nelson Pinto 1 3 , Paul Lambrechts 2 , Wim Teughels 1 , Marc Quirynen – Regenerative potential of leucocyte- and platelet-rich fibrin. Part B: sinus floor elevation, alveolar ridge preservation and implant therapy. A systematic review – Journal Clinical of Periodontology 2017 Feb;44(2):225-234. doi: 10.1111/jcpe.12658. Epub 2017 Jan 10.

Leandro Lecio

Leandro Lecio

Cirurgião Dentista

Doutorando em Periodontia – UNG
Mestre em Implantodontia – UNG
Consultor Cientifico Criteria Biomateriais