OMS recomenda que visitas ao dentista sejam adiadas, até que o risco da covid-19 seja conhecido

OMS recomenda que visitas ao dentista sejam adiadas, até que o risco da covid-19 seja conhecido

Recentemente, em uma entrevista para a Reuters, a Organização Mundial de Saúde afirmou que o mais indicado é que as visitas de rotina ao dentista sejam adiadas, pois por mais que não exista nenhuma informação sobre a disseminação do coronavírus ocorrer a partir da cadeira do dentista, se faz necessário realizar mais pesquisas sobre procedimentos comuns que produzem minúsculas partículas que quando inaladas podem causar infecções.

Isso inclui a seringa tríplice, equipamento ultrassônico de limpeza que remove depósitos da superfície do dente e realiza polimentos. Em uma nova orientação a OMS recomenda, em caso de transmissão comunitária, dar prioridade a casos odontológicos de urgência ou emergência, para evitar ou minimizar procedimentos que possam gerar aerossol, priorizar um conjunto de intervenções clínicas que são realizadas com instrumentos e, claro, adiar tratamentos de rotina não essenciais.

Em Junho, a OMS emitiu diretrizes gerais sobre a transmissão da covid-19 reconhecendo alguns relatos de transmissão pelo ar, porém não confirmou se é de fato um meio de transmissão do vírus.

Informa ainda que estabelecimentos odontológicos precisam adequar a ventilação para reduzir o risco de o vírus se disseminar em espaços fechados e reconhece que a disponibilidade de equipamentos de proteção individual (EPI) é urgente para todos os funcionários da saúde que realizam ou auxiliam procedimentos clínicos.

Segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO), esse foi um posicionamento genérico e superficial e que os atendimentos devem continuar, sem deixar de seguir as normas de biossegurança. E você, qual sua opinião sobre essa recomendação da Organização Mundial de Saúde?

Reportagem original por Stephanie Nebehay, da Reuters, em 11 de Agosto de 2020. Tradução e referência, UOL Notícias. Disponível em https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2020/08/11/adie-visitas-de-rotina-ao-dentista-ate-que-risco-da-covid-19-seja-conhecido-pede-oms acesso em 12 de Agosto de 2020.

Cirurgiões dentistas são os menos contaminados pela COVID-19

Cirurgiões dentistas são os menos contaminados pela COVID-19

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) informa que Cirurgiões-Dentistas, Auxiliares e Técnicos em saúde bucal, representam o menor índice de contaminados entre os profissionais da saúde, este número de infectados também está abaixo da média nacional da população. O CFO afirma que esse resultado é devido a suspensão do atendimento eletivo na rede pública de saúde e no fortalecimento da biossegurança nos procedimentos odontológicos.

Este relatório foi concedido pelo Ministério da Saúde, para que o Conselho acompanhe a evolução dos casos de contaminados entre os profissionais da Odontologia. No total de pessoas infectadas no Brasil, 0,17% são Cirurgiões-Dentistas, o que representa 2.737 de profissionais contaminados, do total nacional de 1.603.055 pessoas infectadas. No caso de profissionais Auxiliares e Técnicos em Saúde Bucal o número é ainda menor, 0,12% de contaminados, do quantitativo de contaminados no Brasil – apenas 1.852 profissionais diagnosticados com Covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, dos 169 óbitos de profissionais de saúde, registrados entre os meses de Março a Junho, no Brasil, 5 são Cirurgiões-Dentistas.

No âmbito da biossegurança em Odontologia, a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) e o Conselho Federal de Odontologia (CFO) criaram recomendações para fortalecer a luta contra a Covid-19 e manuais e práticas para orientar aos profissionais neste período, em conjunto do Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico (ILAPEO) e o International Team for Implantology (ITI).

O conteúdo técnico incluiu também, a elaboração de recomendações para consultórios clínicos e ambiente hospitalar, em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Fonte: Cirurgiões Dentistas são os menos contaminados pela Covid-19. CFO. Publicado em 08 de Julho. Disponível em https://website.cfo.org.br/cirurgioes-dentistas-sao-os-menos-contaminados-pela-covid-19. Acessado em 04 de Agosto de 2020.

Fonte: Cirurgiões Dentistas são os menos contaminados pela Covid-19. CFO. Publicado em 08 de Julho. Disponível em https://website.cfo.org.br/cirurgioes-dentistas-sao-os-menos-contaminados-pela-covid-19. Acessado em 04 de Agosto de 2020.

A teleodontologia pode avaliar necessidade de ida ao dentista, nesse período de pandemia

A teleodontologia pode avaliar necessidade de ida ao dentista, nesse período de pandemia

A teleodontologia é um campo novo na odontologia que promove conhecimentos clínicos a distância, com o objetivo de promover saúde e assistência. Desse modo, informações de saúde bucal conseguem ser transmitidas para pacientes e profissionais situados em locais e regiões diferentes.

Muito útil durante o período que estamos vivendo, que a recomendação é ainda se manter em casa se for possível, e ter uma assistência por vídeo é uma facilidade e tanto.

Por esse motivo, o Conselho Federal de Odontologia (CFO) regulamentou o exercício da odontologia à distância (teleodontologia) por meio da resolução CFO-226, seguindo rigorosos critérios, a partir de Junho. Mas, se for realmente necessário ir ao dentista, a recomendação é para que se vá ao consultório, isso porque os riscos são grandes ao tentar extrair ou quebrar o dente em casa, ou ainda obturar o dente com massinhas caseiras, comprometendo sua saúde bucal.

Então, se o dentista já estiver familiarizado e o caso não for grave, há a possibilidade de fazer a consulta por teleodontologia, prática não regulamentada no Brasil. É essa modalidade que ajuda nas pré-consultas para dizer se é preciso ou não sair de casa.

O fato gerou polêmica nas redes sociais do Conselho Federal de Odontologia. Cconta aqui para gente, qual sua opinião sobre a teleodontologia?

 

Fonte: Simpatio em https://simpatio.com.br/teleodontologia/. Teleodontologia Inova na Área da Saúde Odontológica | Jornal da USP em https://jornal.usp.br/atualidades/em-tempos-de-pandemia-teleodontologia-pode-avaliar-necessidade-de-ida-ao-dentista/. Acessados em 30 de Julho de 2020.

LUMINA-BONE POROUS

LUMINA-BONE POROUS

O objetivo deste estudo foi comparar a estrutura óssea neoformada em levantamentos de seio maxilar, com uso de um biomaterial (osso bovino desproteinizado liofilizado) LUMINA-BONE POROUS, comparado à mesma técnica cirúrgica, utilizando-se  o concorrente internacional.

Foram incluídos na pesquisa 14 pacientes, com 11 deles no grupo teste, removendo-se 31 amostras de osso no local da instalação do implante, em áreas enxertadas com LUMINA-BONE POROUS, e 3 pacientes com remoção de 07 blocos de osso removidos de área enxertada com o produto controle.

O material utilizado na pesquisa mostrou um bom potencial osseocondutor, e velocidade de reabsorção compatível com a necessidade apresentada, mantendo-se  estável e favorecendo a neoformação óssea e futura instalação de implantes, além de apresentar resultados similares ao biomaterial de referência, em cirurgias de levantamento de seio maxilar. Na análise historfométrica, não houve diferença significativa entre as médias apresentadas entre os grupos teste e controle.

Inclusive verificou-se na microscopia óptica, que o osso neoformado e tecido conjuntivo encontrado nas amostras estavam em íntimo contato com o resíduo de biomaterial testado, comprovando-se a biocompatibilidade.

A avaliação histológica do LUMINA-BONE POROUS comprovou a biocompatibilidade do material, além de histomorfometricamente, quando comparado ao concorrente internacional, apresentar percentagens similares de trabeculado ósseo e tecido conjuntivos formados, assim como da quantidade de resíduo de biomaterial, após seis meses de espera para instalação de implantes.

Desta forma conclui-se que o material pesquisado apresenta segurança em sua utilização como substituto ósseo. O LUMINA-BONE POROUS se mostrou um substituto ósseo seguro para utilização em enxerto de levantamento de assoalho de seio maxilar.

A pesquisa foi realizada com a aprovação do comitê de ética da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, e pode ser acessada em: http://biblioteca.slmandic.edu.br/biblioteca/

 

Veja também o vídeo do autor sobre o assunto:

PRODUTO DA SEMANA: LUMINA-BONE

PRODUTO DA SEMANA: LUMINA-BONE

O Lumina-Bone é um produto direcionado a todas as técnicas de preenchimento, sendo um excelente recurso para preservação de alvéolos pós exodontia e preenchimento de gap entre o implante e a parede vestibular de modo seguro, simples e econômico.

 

Ele é obtido da matéria-prima natural da estrutura óssea de bovinos, comprovadamente controlados e rastreados desde o nascimento até o abate, atendendo plenamente as exigências do Ministério da Agricultura. Como composto mineral do cálcio, fósforo e acelular, o Lumina-Bone possui extrema semelhança com o tecido ósseo mineral do corpo humano sendo totalmente biocompatível.

 

Possui capacidade hidrofílica e proporciona facilidade de manuseio ao ser misturado com o sangue do paciente e/ou soro fisiológico antes da aplicação. Seu pH corresponde a níveis fisiológicos citados em literatura, o que é muito importante durante as fases iniciais de implantação.

 

O Lumina-Bone atua como um estimulador para neoformação óssea e de acordo com as características deste biomaterial, como produção a partir de osso cortical e tamanho de grânulos, é absorvido pelo organismo em um prazo relativamente mais lento, indicado para procedimentos cirúrgicos de preenchimento e ganho de volume.

 

Indicações

  • Preenchimento cirúrgico com finalidade de manutenção de volume ósseo;
  • Correções de volume das paredes ósseas vestibulares com finalidade estética decorrentes de fenestrações ou deiscência óssea peri-implantar;
  • Correções de volume com finalidade estética em áreas de pônticos protéticos.

 

Granulações

Fina: 300 a 425 μm

Média: 425 a 600 μm

Grossa: 600 a 825 μm

Apesar da pandemia, mercado de trabalho odontológico está em alta.

Apesar da pandemia, mercado de trabalho odontológico está em alta.

Pesquisa conclui que 82% dos dentistas estão atuando durante a pandemia

A prática odontológica continua em alta no Brasil, apesar da crise causada pela
pandemia de COVID-19. Com maior cautela durante o atendimento e um forte
protocolo de biossegurança, pacientes continuam a procura de consultórios
odontológicos e se sentem seguros com as medidas tomadas para seus tratamentos.
Profissionais do ramo precisaram aumentar os protocolos de biossegurança e se
adequar aos novos tempos, como por exemplo, com a utilização obrigatória da
máscara N95, uso de roupas de proteção, protetor facial, aventais descartáveis e
impermeáveis, etc. Além de que, cuidados como distanciar os horários de
agendamento entre um paciente e outro para que não ocorra aglomerações na sala de
espera e a diminuição de profissionais trabalhando no consultório, porém com o foco
em manter a mesma eficiência para seus pacientes.
Inclusive, para otimizar o processo, está tomando força um facilitador que já existia,
porém não era tão frequente, que é a utilização do ambiente virtual para uma préanamnese. Dessa forma o profissional pode conhecer melhor seu paciente antes da
consulta e trazer uma maior segurança a todos.
Essa ferramenta poderá se incorporar em novas práticas até mesmo após a pandemia
e sairá melhor, durante este período, quem se adaptar ao novo cenário e criar um
plano de negócios com essas considerações para que se torne um atendimento
confortável aos seus pacientes.
Vamos lembrar que é necessário, em todas as épocas, cuidados com a segurança e que
o cuidado da saúde bucal é de extrema importância inclusive por colaborar na melhora
da imunidade dos indivíduos

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